A Comissão Distrital de Protecção Civil reuniu ontem para analisar a problemática dos incêndios florestais no distrito, no decorrer do presente ano e para aprovar, em versão final, uma proposta de “Plano de Gestão de Combustíveis Florestais nas Áreas de Pastoreio com Uso do Fogo Controlado – Distrito de Vila Real”
Relativamente aos incêndios no presente ano, procedeu-se a uma avaliação a partir dos dados estatísticos e da análise que cada oficial de ligação das entidades que participavam nos briefings semanais fez na sua área de responsabilidade.
Constatou-se assim:
1. Até ao dia 15 de Outubro, a área ardida (1460 ha – nºs provs.) é -61% da média dos últimos dois anos. O nº de incêndios é -21%, também relativamente à média dos anos 2006 e 2007.
2. Para estes bons resultados contribuíram no entender generalizado dos presentes os seguintes factores: uma participação e envolvimento empenhado de todos os intervenientes no dispositivo, em que se destaca o papel dos Bombeiros Voluntários do distrito; uma boa articulação entre os vários níveis de decisão – municipal, distrital e nacional; elevada eficácia e eficiência na primeira intervenção; melhorias na comunicação e interacção entre todos os agentes que compõem o dispositivo, com especial incidência no teatro das operações; eficácia na vigilância e fiscalização da responsabilidade do Grupo Territorial da G.N.R; importante contributo das Equipas do Exército; contributo também muito positivo das várias Equipas de Sapadores, quer no trabalho de prevenção estrutural, quer no apoio ao combate; presença de mais um meio aéreo no distrito, um helicóptero pesado Kamov, que se revelou de extrema importância em situações de combate ampliado, quer no nosso distrito quer nos distritos vizinhos.
3. Apesar destes dados, considerados muito positivos, a Comissão não deixou de registar que, no futuro, se deve continuar a manter uma grande atenção à prevenção estrutural e uma alerta constante nos períodos de maior risco para uma intervenção inicial rápida e eficaz. Aconselhou-se a proceder a diligencias no sentido de melhorar o funcionamento dos postos de vigia. Considerou-se ainda de grande valor as campanhas de sensibilização junto da população, em geral, mas também as que se fizeram junto dos emigrantes. Estas acções conjugadas com o papel pedagógico e proximidade das forças de segurança junto das populações foram consideradas de grande utilidade.
Quanto ao segundo ponto, a Comissão tomou conhecimento do trabalho desenvolvido na sequência do que fora deliberado na anterior reunião e aprovou uma proposta de “Plano de Gestão de Combustíveis Florestais nas Áreas de Pastoreio com Uso do Fogo Controlado – Distrito de Vila Real”.
Este plano assenta na ideia que a promoção do fogo controlado para renovação de pastagens constitui uma forma de prevenção de fogos rurais. Esta opção justifica-se plenamente pela convicção de que o fogo controlado pode servir de ferramenta de gestão dos espaços de pastoreio, já que esta actividade é essencial ao Meio Rural, designadamente ao de parte significativa do Distrito de Vila Real. Nele estarão empenhadas várias entidades e instituições de carácter público e privado bem como serviços de Administração Central e Local.
A Comissão Distrital tomou ainda conhecimento que, na procura de melhorar as condições de segurança das instituições de solidariedade social, o Ministério de Trabalho e da Solidariedade Social aprovou um conjunto de intervenções no distrito que vão melhorar a segurança e o bem-estar em onze lares, três creches, um lar de jovens e um centro de apoio domiciliário, repartidas por onze Municípios.
Por fim considerou não haver motivo para receios alarmistas em nenhuma possível situação que exija intervenções de protecção e socorro.
Vila Real, 30 de Outubro de 2008
O Gabinete de Imprensa – Governo Civil de Vila Real
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
OE 2009: Apoiar as famílias, assegurar a protecção social
O governo não desviará a atenção do controlo do défice, apesar de reforçar as sua políticas sociais. “Não poremos em causa o que tanto esforço custou aos portugueses. O défice será mantido nos 2,2 % do PIB, mercê da continuação da reforma da administração pública, do controlo da despesa corrente e da eficiência no combate à fraude e evasão fiscal”, afirmou o primeiro-ministro no debate parlamentar que deu início à discussão do Orçamento de Estado para 2009.
José Sócrates realçou que “este governo tem resultados inéditos neste domínio e faz ponto de honra do combate à fraude e à evasão fiscal, porque só assim há justa repartição de custos e de benefícios”. Para o primeiro-ministro “a crise actual, que começou nos mercados de capitais norte-americanos, deitou por terra todas as ilusões que alguns ainda pudessem ter sobre a perfeição dos mercados desregulados e a desnecessidade da intervenção pública.”
Para o executivo socialista a proposta de Orçamento exprime as preocupações sociais do Governo e intensifica o apoio às famílias portuguesas, nomeadamente através do Complemento Solidário para Idosos de que já beneficiam 160.000 portugueses, do abono de família que aumentará 25% para as famílias do primeiro e segundo escalões, a majoração para famílias monoparentais e a generalização a todos os beneficiários da 13ª prestação, para apoio às despesas escolares. José Sócrates destacou também as reduções em sede de IMI e a maior dedução, em sede de IRS, das despesas com juros, mas também a multiplicação de programas fundamentais, como o alargamento da rede de creches e lares de idosos.
O primeiro-ministro destacou por último o aumento salarial dos funcionários públicos, acima da inflação prevista. “É uma medida mais do que justa para os trabalhadores da administração pública, agora que o Estado a pode tomar sem pôr em perigo as contas públicas”, afirmou Sócrates.
José Sócrates realçou que “este governo tem resultados inéditos neste domínio e faz ponto de honra do combate à fraude e à evasão fiscal, porque só assim há justa repartição de custos e de benefícios”. Para o primeiro-ministro “a crise actual, que começou nos mercados de capitais norte-americanos, deitou por terra todas as ilusões que alguns ainda pudessem ter sobre a perfeição dos mercados desregulados e a desnecessidade da intervenção pública.”
Para o executivo socialista a proposta de Orçamento exprime as preocupações sociais do Governo e intensifica o apoio às famílias portuguesas, nomeadamente através do Complemento Solidário para Idosos de que já beneficiam 160.000 portugueses, do abono de família que aumentará 25% para as famílias do primeiro e segundo escalões, a majoração para famílias monoparentais e a generalização a todos os beneficiários da 13ª prestação, para apoio às despesas escolares. José Sócrates destacou também as reduções em sede de IMI e a maior dedução, em sede de IRS, das despesas com juros, mas também a multiplicação de programas fundamentais, como o alargamento da rede de creches e lares de idosos.
O primeiro-ministro destacou por último o aumento salarial dos funcionários públicos, acima da inflação prevista. “É uma medida mais do que justa para os trabalhadores da administração pública, agora que o Estado a pode tomar sem pôr em perigo as contas públicas”, afirmou Sócrates.
OE 2009: Solidariedade social e o salário mínimo
O Orçamento de Estado para 2009, que começou no dia 5 de Novembro a ser discutido na AR, reforça as políticas sociais seguidas pelo governo socialista. Para José Sócrates, “em momentos de dificuldades, como os que todo o mundo vive, aumenta a responsabilidade do Estado”.
“É para o Estado que se viram os cidadãos, nesta conjuntura difícil. E a obrigação do Estado é aproveitar os graus de liberdade que a consolidação orçamental vai permitindo, para incentivar a economia, o emprego e apoiar as famílias”, afirmou o primeiro-ministro.
José Sócrates realçou o aumento absolutamente histórico do salário mínimo. “O aumento resulta de um acordo de concertação social, subscrito por todos os parceiros e que define uma meta precisa: chegar aos 500 euros mensais em 2011.
Segundo o acordo, o salário mínimo aumentará em 2009 para 450 euros” afirmou o chefe do executivo socialista, realçando que “o governo e os parceiros cumprirão o acordo, estabelecendo um novo valor do salário mínimo: 450 euros. Porque esta é uma decisão justa, que combate a pobreza e promove a igualdade de oportunidades.”
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Partido Socialista e José Sócrates a subir nas sondagens
02-Nov-2008
Um inquérito da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença mostra que o Partido Socialista subiu nas intenções de voto para as eleições legislativas e está mais próximo da maioria absoluta.
Segundo esta nova sondagem, o PS conta com 41,8 por cento das intenções de voto e está no limiar da maioria absoluta. José Sócrates viu a sua popularidade crescer 2,2 por cento para os 22,1 por cento. Já o PSD continua a descer, com o saldo de popularidade a fixar-se nos 32,1 por cento.Este inquérito da Eurosondagem foi realizado depois da apresentação do Orçamento de Estado para 2009, o que comprova que o Partido Socialista tem vindo a sair vencedor dos confrontos com a oposição.Na semana passsada uma sondagem do Diário Económico/Marktest deu 39,8 por cento das intenções de voto ao PS, sustentando esta tendência de subida do partido.
Um inquérito da Eurosondagem para o Expresso, SIC e Rádio Renascença mostra que o Partido Socialista subiu nas intenções de voto para as eleições legislativas e está mais próximo da maioria absoluta.
Segundo esta nova sondagem, o PS conta com 41,8 por cento das intenções de voto e está no limiar da maioria absoluta. José Sócrates viu a sua popularidade crescer 2,2 por cento para os 22,1 por cento. Já o PSD continua a descer, com o saldo de popularidade a fixar-se nos 32,1 por cento.Este inquérito da Eurosondagem foi realizado depois da apresentação do Orçamento de Estado para 2009, o que comprova que o Partido Socialista tem vindo a sair vencedor dos confrontos com a oposição.Na semana passsada uma sondagem do Diário Económico/Marktest deu 39,8 por cento das intenções de voto ao PS, sustentando esta tendência de subida do partido.
José Sócrates participa no Campus JS
O Secretário-Geral do Partido Socialista José Sócrates participou no Campus JS, que se realizou no Hotel Miracorgo, em Vila Real.A intervenção do Secretário-Geral do Partido Socialista decorreu, sábado, dia 1 de Novembro, pelas 16h00.
terça-feira, 28 de outubro de 2008
Rui Santos REELEITO presidente da distrital de Vila Real do ps
Rui Santos foi reeleito Presidente da Federação Distrital de Vila Real do Partido Socialista com 735 votos. Conseguindo atingir 95,21 % do total de votos.
O acto eleitoral que se realizou nos dias 24 e 25 de Outubro, decorreu dentro da normalidade, e de forma muito satisfatória, tendo a afluência dos militantes Socialistas superado em valor absoluto a eleição em 2006 de Rui Santos como Presidente da Estrutura Distrital do PS.
Nestas eleições, foram também eleitos os 202 Delegados ao Congresso Distrital do PS que irá decorrer no próximo dia 08 de Maio em Mondim de Basto.
Rui Santos espera ver aprovada a moção global “O PS no Distrito de Vila Real: - Ambição com Futuro” que irá apresentar ao Congresso Federativo.
O Presidente da Federação Distrital do PS de Vila Real, agradeceu a todas as mulheres e homens, militantes do PS, que em todo o Distrito votaram e participaram activamente na vida do partido, afirmando continuar a corresponder com trabalho, dedicação e rigor à confiança daqueles que nele votaram, aos restantes militantes e todos os simpatizantes do PS da Região.
O apoio lucidamente critico e activamente empenhado, ao actual Governo, que é sério, decidido e firme, com um rumo claro, progressivo e PS estará na primeira linha das suas prioridades.
Rui Santos tem consciência que todos os combates eleitorais de 2009 ocorrerão num contexto marcado pela crise internacional. O facto do PS suportar um Governo, abraços com esta conjuntura, torna mais difícil as disputas eleitorais que se avizinham. O Presidente da Distrital do PS advoga que esta crise mostra a “falência” de um sistema capitalista desregulado, e por isso, os valores e princípios do socialismo democrático têm hoje uma grande janela de oportunidade. Alertando que com determinação e com a força da razão, o PS de Vila Real tem motivos suficientes para acreditar e para lutar por estes princípios.
Pensar, defender e pôr em prática medidas que concretizem o objectivo de desenvolver o interior do País, respeitando e desenvolvendo a identidade política e o património ideológico do PS estarão sempre presentes na conduta e acção do novo Presidente.
Grande parte do mandato de Rui Santos será preenchido pelos embates eleitorais que se avizinham. No ano de 2009 os cidadãos serão convidados a decidir sobre o futuro colectivo. O Partido Socialista no distrito de Vila Real, terá a capacidade de ajudar a construir a vitória nas eleições para o Parlamento Europeu; a repetição da maioria absoluta nas Legislativas e que será o obreiro de um projecto autárquico vencedor no distrito.
O acto eleitoral que se realizou nos dias 24 e 25 de Outubro, decorreu dentro da normalidade, e de forma muito satisfatória, tendo a afluência dos militantes Socialistas superado em valor absoluto a eleição em 2006 de Rui Santos como Presidente da Estrutura Distrital do PS.
Nestas eleições, foram também eleitos os 202 Delegados ao Congresso Distrital do PS que irá decorrer no próximo dia 08 de Maio em Mondim de Basto.
Rui Santos espera ver aprovada a moção global “O PS no Distrito de Vila Real: - Ambição com Futuro” que irá apresentar ao Congresso Federativo.
O Presidente da Federação Distrital do PS de Vila Real, agradeceu a todas as mulheres e homens, militantes do PS, que em todo o Distrito votaram e participaram activamente na vida do partido, afirmando continuar a corresponder com trabalho, dedicação e rigor à confiança daqueles que nele votaram, aos restantes militantes e todos os simpatizantes do PS da Região.
O apoio lucidamente critico e activamente empenhado, ao actual Governo, que é sério, decidido e firme, com um rumo claro, progressivo e PS estará na primeira linha das suas prioridades.
Rui Santos tem consciência que todos os combates eleitorais de 2009 ocorrerão num contexto marcado pela crise internacional. O facto do PS suportar um Governo, abraços com esta conjuntura, torna mais difícil as disputas eleitorais que se avizinham. O Presidente da Distrital do PS advoga que esta crise mostra a “falência” de um sistema capitalista desregulado, e por isso, os valores e princípios do socialismo democrático têm hoje uma grande janela de oportunidade. Alertando que com determinação e com a força da razão, o PS de Vila Real tem motivos suficientes para acreditar e para lutar por estes princípios.
Pensar, defender e pôr em prática medidas que concretizem o objectivo de desenvolver o interior do País, respeitando e desenvolvendo a identidade política e o património ideológico do PS estarão sempre presentes na conduta e acção do novo Presidente.
Grande parte do mandato de Rui Santos será preenchido pelos embates eleitorais que se avizinham. No ano de 2009 os cidadãos serão convidados a decidir sobre o futuro colectivo. O Partido Socialista no distrito de Vila Real, terá a capacidade de ajudar a construir a vitória nas eleições para o Parlamento Europeu; a repetição da maioria absoluta nas Legislativas e que será o obreiro de um projecto autárquico vencedor no distrito.
AUTO-ESTRADA TRANSMONTANA – É POSSÍVEL CONCILIAR INTERESSES PARA O BEM DA REGIÃO
O que parecia um obstáculo intransponível, afinal tornou-se numa questão pacífica. A transposição do rio Corgo foi um primeiro obstáculo.
Um pouco de estudo e de interesse foi o suficiente para uma solução equilibrada.
Por outro lado, também foi possível evitar que o traçado da Auto-estrada Transmontana inviabilizasse, nas imediações da zona industrial, um empreendimento agro-industrial, já iniciado e com mais de 10 milhões de euros já investidos.
A acontecer, perder-se-iam cerca de 300 postos de trabalho, muitos deles a exigir habilitações de nível superior.
Um telefonema em forma de SOS nos finais de Fevereiro e as diligências que o interesse da região aconselhavam tornou possível o estudo de uma solução que concilia interesses e não hostiliza um empresário que estava a investir de forma tão significativa no concelho de Vila Real.
Duas situações em que se pode dizer que houve sucesso.
O Governador Civil cumpriu simplesmente o seu dever no quadro das competências que a lei lhe confere ao levar os problemas a quem tinha a possibilidade de os resolver.
O Sr. Secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas mostrou competência para, com rapidez, analisar as situações, encontrar soluções e decidir em benefício do bem comum. Tudo isto constitui agora motivo de congratulação.
Gabinete de Imprensa – Governo Civil de Vila Real
Um pouco de estudo e de interesse foi o suficiente para uma solução equilibrada.
Por outro lado, também foi possível evitar que o traçado da Auto-estrada Transmontana inviabilizasse, nas imediações da zona industrial, um empreendimento agro-industrial, já iniciado e com mais de 10 milhões de euros já investidos.
A acontecer, perder-se-iam cerca de 300 postos de trabalho, muitos deles a exigir habilitações de nível superior.
Um telefonema em forma de SOS nos finais de Fevereiro e as diligências que o interesse da região aconselhavam tornou possível o estudo de uma solução que concilia interesses e não hostiliza um empresário que estava a investir de forma tão significativa no concelho de Vila Real.
Duas situações em que se pode dizer que houve sucesso.
O Governador Civil cumpriu simplesmente o seu dever no quadro das competências que a lei lhe confere ao levar os problemas a quem tinha a possibilidade de os resolver.
O Sr. Secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas mostrou competência para, com rapidez, analisar as situações, encontrar soluções e decidir em benefício do bem comum. Tudo isto constitui agora motivo de congratulação.
Gabinete de Imprensa – Governo Civil de Vila Real
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